Nova Descoberta Para Alopecia Ariata

Constantemente ficamos surpreendidos com novas descobertas cientificas. Agora, a ciência nos traz mais uma novidade, a nova descoberta para Alopecia Ariata.

Considerada até pela medicina uma doença séria em que o próprio sistema imunológico ataca os fios, causando queda acelerada, grave e impedindo nascimento de novos cabelos.

A nova descoberta para Alopecia Ariata vem por assim trazer esperanças a pacientes no mundo inteiro.

O Impacto da Nova Descoberta Para Alopecia Ariata

ruxolitinib

O medicamento descoberto a princípio era utilizado para medula óssea e teve um resultado espetacular nos pacientes em que estavam sendo submetidos a testes.

Em pouco menos de 5 meses de tratamento com o medicamento chamado ruxolitinib a doença foi totalmente revertida em 3 pacientes. Os resultados foram simplesmente incríveis.

Os médicos são da universidade de Columbia nos Estados Unidos e o impacto da descoberta poderá afetar positivamente a vida de pessoas no mundo inteiro que debatem-se com esse problema que até agora não tem cura, somente há tratamento contínuo.

Tudo começou quando alguns cientistas descobriram que algumas células de nosso sistema imunológico são responsáveis por destruir as células do cabelo.

A nova descoberta para Alopecia Ariata vem assim combater esse grave problema que atualmente existem poucos medicamentos com essa função.

Os pacientes, sobretudo mulheres com Alopecia Ariata enfrentam graves problemas relacionados a depressão, baixa estima e medo de não ter de volta seus cabelos.

Apesar de alguns tratamentos devolverem os fios novamente aos pacientes, os mesmos precisam lidar com o problema durante a vida inteira.

Qualquer pessoas em qualquer idade pode se deparar com Alopecia Ariata e situações ligadas ao stress demasiado pode ser de contributo para o desencadeamento da mesma.

A doença não está ligada a calvície que conhecemos que tem relação com fatores genéticos.

O certo é que a nova descoberta para Alopecia Ariata é um passo gigantesco para portadores dessa doença e um avanço significativo da ciência.

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