Doenças de glândula e calvície: qual a relação

Atualmente, a perda dos cabelos é um dos fatores que mais estressa e desestabiliza o emocional e a autoestima de uma pessoa.  Por mais que perder dentre 50 a 120 fios por dia seja normal, quando a queda começa a se tornar extrema, a preocupação aumenta. O medo da calvície é real em muitas pessoas, e a questão é: existe um jeito de tratá-la? Continue lendo e descubra.

Doenças de glândula e calvície: qual a relação

Descobrir a fonte do problema

Procurar um médico é o primeiro passo para controlar o problema. Existem diversos fatores para a calvície, então encontrar o médico certo para o caso pode ser trabalhoso, porém, é de extrema importância para se obter resultados satisfatórios. Procure escutar um especialista na área e tenha paciência em seu tratamento.

Qual especialista procurar

Diversos fatores devem ser pensados neste momento. Tente analisar seu histórico, tanto capilar como físico e emocional, antes de procurar um endocrinologista ou um dermatologista. Por mais bem-intencionados que sejam, evite procurar profissionais de beleza neste momento.

Calvície: um alerta do corpo

A calvície atinge 9 a cada 10 pessoas, incluindo mulheres, do mundo inteiro. A queda de cabelos excessiva pode ser causada apenas por fatores externos, como uma mudança de xampu ou da estação do ano. Porém, ela também pode indicar o mau funcionamento do sistema endócrino, um problema muito mais grave que precisa ser tratado com especialistas.

Endocrinologia e calvície: qual a relação?

Para determinar qual o motivo da calvície, o médico pedirá diversos exames, dos mais gerais até os mais específicos. Graças aos avanços médicos, endocrinologistas podem detectar a causa da calvície. Dentre as razões mais comuns estão o hipertireoidismo e o hipotireoidismo, doenças endócrinas que indicam o mau funcionamento das glândulas na tireoide.

Glândulas e calvície

O sistema endócrino é responsável por regular as funções do organismo – isso também incluí os cabelos. Quando a tireoide, o pâncreas ou as glândulas suprarrenais começam a funcionar mais lentamente, todo o corpo é afetado, criando uma relação entre glândulas e calvície.

Síndrome de Cushing: endocrinologia e calvície

A síndrome de Cushing é uma doença que surge quando se tem níveis altos de cortisol, um hormônio produzido pela glândula suprarrenal, e sua maior característica é o cansaço extremo e a perda excessiva de cabelo, podendo causar a calvície.

Essa doença mostra que a relação entre a endocrinologia e calvície é muito  acentuada. Se o sistema endócrino falha, os fios capilares sofrem e tendem a cair. Glândulas e calvície estão diretamente relacionados.

Outras doenças das glândulas e calvície

O hipogonadismo acontece quando as glândulas sexuais produzem baixos níveis de hormônio. Suas principais causas são doenças renais, distúrbios alimentares e infecções. Um de seus sintomas mais característicos é a queda de pelos, tanto do corpo como dos cabelos. Essa queda exacerbada pode levar à calvície masculina e feminina, seu diagnóstico é feito com exames para medir os níveis hormonais e o tratamento é feito por meio de hormônios.

A hiperprolactinemia é a produção absurda de prolactina, hormônio que causa a produção de leite materno. Por mais que esta doença pareça exclusivamente feminina, ambos os sexos podem apresentá-la em algum momento.

Existem muitas ligações entre doenças endócrinas e calvície. Estar sempre atento às mudanças no corpo é um dos melhores jeitos de preveni-la.

Como as glândulas e calvície se relacionam

As glândulas afetam diretamente a produção hormonal e, por tabela, causam a queda capilar. Dependendo do histórico da pessoa, esta queda repentina pode levar à calvície. Quando as glândulas estão alteradas, como quando se tem a doença hipopituitarismo, que é quando a glândula hipófise interrompe – ou reduz drasticamente – a produção dos principais hormônios do organismo. A saúde das glândulas e a calvície andam de mãos dadas nestes casos.

Calvície: tem cura?

A calvície não tem cura, porém, ela pode ser tratada em diversas formas – tanto externamente, com tônicos que fortalecem os fios já existentes e evitam futuras quedas ou que estimulem o crescimento capilar, como por tratamentos orais. Cada caso é um caso e apenas o especialista pode determinar o tratamento correto para diminuir a queda de cabelo. O mais importante é cuidar do sistema endócrino para que a calvície possa ser controlada.

Convivendo com doenças de glândula e calvície

Pode parecer impossível conviver ao mesmo tempo com dois problemas como estes, mas não é. Milhares de pessoas sofrem disto por ano, mesmo as causas sendo ainda parcialmente desconhecidas pelos médicos. Manter uma rotina saudável, ter acompanhamento de seu endocrinologista e estar sempre atento às mudanças de seu corpo são alguns jeitos de se manter saudável.

Ter em mente que estas doenças existem e que também são causadoras da calvície pode ser bastante esclarecedor. E você, você acha que glândulas e calvície se relacionam? Conte para a gente nos comentários. Continue acompanhando nosso blog!

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