Ansiedade na quarentena e calvície: qual a relação

Nos últimos meses, assistimos à notificação dos primeiros casos do novo coronavírus em solo brasileiro e seu consequente contágio.

A partir disso, decidiu-se pela quarentena e pelo distanciamento social enquanto estratégias para evitar a proliferação do vírus.

Essas medidas causaram profundo impacto nos modos pelos quais vivemos, como nos relacionamos com outras pessoas e de que forma trabalhamos.

O período de quarentena nos convoca a uma tarefa complicada: recriar e adaptar nossos hábitos cotidianos no âmbito do lar.

Se alguns fatores que contribuem para a calvície incluem aspectos relacionados à vida emocional do indivíduo, a ansiedade durante a quarentena pode ser altamente propícia para o surgimento e agravamento de quadros de calvície.

Confira, neste artigo, a relação existente entre ansiedade na quarentena e calvície e como você pode minimizar os efeitos do período de distanciamento social na saúde capilar.

Ansiedade na quarentena e calvície: qual a relação

O que é calvície?

A calvície é uma condição que, apesar de afetar ambos os gêneros, encontra nos homens um maior número de vítimas, principalmente porque a queda dos cabelos está ligada à atividade do hormônio sexual masculino.

Ao atingir a raiz capilar , o hormônio sexual masculino (testosterona) sofre a ação de uma enzima capaz de reduzir a velocidade de multiplicação ou até mesmo a morte das células daquela região. A partir disso, o cabelo apresenta-se mais fino e com o ritmo de crescimento comprometido.

Um fator crucial para a manifestação da calvície é a hereditariedade, além da grande influência de questões emocionais, como o estresse e constantes quadros de tensão.

Como aspectos relacionados à vida emocional do indivíduo influenciam fortemente o surgimento de quadros de calvície, ansiedade na quarentena e calvície encontram-se intrinsecamente ligados.

Como diminuir os níveis de ansiedade durante a quarentena?

Nosso cotidiano se constitui, geralmente, como uma agenda de deveres e atividades a ser realizadas principalmente fora de casa: estudar, trabalhar, a prática de atividades físicas, encontros com amigos e familiares, momentos de lazer em cinemas, parques e clubes, a ida à restaurantes e outros estabelecimentos etc.

Durante os períodos de isolamento, distanciamento social e quarentena, a recriação e readaptação de nossos hábitos configura-se como uma das tarefas a ser realizadas, de modo a manter rotinas e ocupar o tempo ocioso.

Mesmo quando criadas estratégias, quadros de ansiedade podem aparecer, provocados por sentimentos de tédio ou solidão.

A ansiedade é considerada uma emoção normal ao ser humano e, quando em níveis considerados normais, é capaz de preparar o indivíduo para novas situações, atuando como função adaptativa.

Entretanto, em níveis patológicos, pode ser extremamente prejudicial ao indivíduo, provocando prejuízos em seu comportamento. A ansiedade pode, inclusive, agravar-se e produzir reações no corpo, como problemas de pele (psoríase, dermatite), desregulações intestinais e gastrite, além da ansiedade na quarentena e calvície.

Abaixo, listamos alguns passos de como diminuir os níveis de ansiedade:

  • Procure manter a calma e mentalize que este período irá passar. Pode parecer óbvio, mas conversar consigo mesmo, nesses momentos, pode ser de extrema ajuda;
  • Estabeleça rotinas menos rígidas. Uma preocupação comum nesse período é a pouca produtividade. Entretanto, é importante cobrar-se menos, afinal estamos nos referindo a um momento novo e cheio de incertezas;
  • Busque válvulas de escape, mas com cuidado. O hábito do happy hour não precisa morrer, mas beba com moderação e não ultrapasse seus limites de consumo. O efeito pode ser contrário e aumentar a ansiedade;
  • Procure ajuda especializada. Existem inúmeros psicólogos realizando atendimentos on-line durante esse período. Considere também tutoriais e vídeos com exercícios de meditação e coping;
  • Pratique exercícios físicos. A atividade física é capaz de liberar hormônios de bem-estar e cooperam diretamente no alívio da ansiedade.

Ansiedade na quarentena e calvície: como cuidar dos cabelos

Como a ansiedade é capaz de interferir em quadros biológicos, aqueles com calvície ou predisposição devem ser cuidados de modo a evitar os efeitos da ansiedade na quarentena e calvície.

Além das recomendações acima, indicamos a massagem capilar como prática de cuidado direto dos fios, capaz de fortalecer as raízes do cabelo e proporcionar uma sensação geral de relaxamento ao corpo.

Com um óleo, realize movimentos suaves em pequenos círculos em todas as partes dos cabelos. Deixe o óleo aplicado agir por tempo suficiente e realize o enxágue dos cabelos.

Esta técnica estimula o aumento do fluxo da circulação sanguínea no couro cabeludo, promovendo a irrigação de nutrientes aos folículos pilosos, reativando células danificadas.

Conclusão entre ansiedade na quarentena e calvície

Como vimos, ansiedade na quarentena e calvície têm uma relação especial.

Embora a ansiedade, em níveis normais, seja considerada uma emoção comum ao ser humano, em níveis patológicos ela pode contribuir para o surgimento de quadros de calvície e queda de cabelos.

Nesse caso, considere nossas dicas para o tratamento da ansiedade na quarentena e calvície.

Esperamos que nosso artigo tenha lhe sido útil. Como você tem lidado com a ansiedade durante a quarentena? Deixe-nos seu comentário.

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